sábado, 28 de julho de 2012

The Tipping Point -

Tema central: como o próprio autor define: “O Ponto da Virada é a biografia de uma ideia, que é muito simples: a melhor maneira de compreender o surgimento de tendências da moda, o fluxo e refluxo das ondas de crimes, assim como a transformação de livros desconhecidos em best-sellers, o aumento do consumo de cigarro por adolescentes, os fenômenos da propaganda boca a boca ou qualquer outra mudança misteriosa que marque o dia-a-dia, é pensar em todas elas como epidemias. Ideias, produtos, mensagens e comportamentos se espalham como vírus.”


Exemplo

Rua Sésamo (Sesame Street) – o autor explica todo o processo de criação deste grande sucesso mundial infantil. Os criadores não queriam apenas um programa para entreter crianças, mas um programa sem violência e educativo que conseguisse manter a atenção das crianças. Isso é um desafio muito grande, e Rua Sésamo conseguiu este feito, mas não por acaso. Eles testavam todos os programas medindo a atenção de crianças em projeções-teste. Não faziam o programa e esperavam que fosse interessante. Foi um processo quase científico de criação, até que se tornasse a Rua Sésamo que conhecemos hoje.

Programa de Comunicação Política

http://www.slideshare.net/DanielGCarvalho/programa-comunicao-poltica-13785025

quarta-feira, 25 de julho de 2012

Siri Ajuda Martin Scorsese - Nova Publicidade da Apple


Quem são e por que as marcas não entendem os consumidores infantis


Segundo pesquisa “Infância Influente”, falta às empresas compreensão de que as crianças nasceram em plena era tecnológica. Estratégia errada afecta diálogo e fidelização

Filhas da tecnologia, as crianças de hoje nascem inseridas em um mundo recheado por telas touchscreen, celulares com comando de voz, videogames sem joystick e multi-aparelhos com multi-tarefas. Nesse contexto mutável, as marcas passam por dificuldade por não entenderem quem são e o que querem os consumidores infantis.  

Segundo a pesquisa “Infância Influente”, realizada pela TNS Global, com foco em crianças de seis a 11 anos, o objetivo das empresas têm de ser na geração de experiências para criação de vínculos afetivos. Ainda que os pequenos não entendam as mensagens com a mesma propriedade que os adultos, mesmo porque não desenvolveram o raciocínio abstrato totalmente, podem referenciar as marcas por meio de seriados, personagens e ídolos.Nesse cenário, as empresas devem definitivamente entender que as crianças de hoje definirão os tipos de consumidores do futuro. As mudanças não serão rápidas, mas é preciso correr contra o tempo. “A infância está maistecnológica, mas crianças continuam sendo crianças: elas querem explorar, brincar, saciar curiosidades, experimentar. Ávidas, abertas e destemidas frente a novas possibilidades, absorvem informações mais rápido”, diz Alexandre Momma, responsável pela pesquisa.Cinco tendências de consumo infantilO entendimento das marcas em relação a quem são e o que desejam os consumidores infantis e que tipo de consumidores eles se tornarão, aponta para cinco tendências do mercado, segundo o estudo. A primeira delas é a compreensão que os pequenos têm do domínio da tecnologia: eles utilizarão cada vez mais, com mais facilidade, e absorverão mais rápido os aparatos tecnológicos naturalmente.O segundo ponto é que as empresas precisam entender que as crianças não atuam apenas como receptoras de informação, mas também como emissores. “O poder social já é forte e será potencializado pelas redes sociais. Os pequenos opinam, repassam, influenciam e são influenciados”, explica.Em terceiro lugar está a autosuficiência, quando buscam informações e elas devem estar disponíveis onde e como quiserem. “Dessa forma, os processos de compra e pontos de venda precisarão de um update quanto a preços, produtos e vendedores, por exemplo”. A quarta tendência é o conteúdo espontâneo, que cresce não só em presença, mas em importância. Segundo o estudo, a mensagem da marca não pode entrar em dissonância com a mensagem sobre a marca.A última tendência é quanto à participação. Em um cenário bastante ativo, os consumidores buscarão adequar o que consomem às suas necessidades e valorizarem produtos em que tenham voz, desde que o objetivo não seja apenas comercial.Diálogo certo, vínculo criado

De forma quase natural, marcas como a Fiat e a Estrela são exemplos de sucesso quanto à tendência de diálogo com as crianças. A montadora lançou o Uno Passeio e o Uno Elétrico, versões infantis do Uno. Já a Estrela relançou o jogo “Banco Imobiliário” trazendo como opção a forma de pagamento em cartão de crédito com a bandeira Mastercard. Outras marcas também entraram no universo infantil: os jogadores podem comprar ações de mentirinha da Vivo, Itaú, TAM Viagens, Nivea e Ipiranga.“As marcas têm de oferecer formas de desenvolvimento e quem fizer parte desse momento começará a criar vínculos. É natural. Não é empurrar para o consumo, mas gerar experiências e benefícios para essas crianças. As marcas têm de ser preparar hoje para o que esse consumidor pode ser no futuro”, afirma Alexandre Momma.A presença das marcas no dia a dia das crianças cria uma relação duradoura, por meio da geração de experiência. A partir de ações que criem uma espécie de parceria entre público infantil e a empresa, os resultados poderão ser positivos para ambos os lados. “A criança se diverte e futuramente resgatará as memórias, com uma origem no afeto pela marca”, completa Momma.Depois de adultos, as memórias da infância também ganham continuidade e passam de geração para geração. Um case de sucesso é o seriado Chaves. Há 31 anos no ar pelo SBT, o programa mexicano é relembrado por pais, que compartilham com os filhos as trapalhadas dos personagens. A criação do desenho do Chaves, em 2006, e a ativação do mesmo por meio do McLanche Feliz, do McDonald’s, em que as crianças ganhavam bonequinhos no kit, são exemplos de um sucesso que sempre se renova.Outro exemplo é a Lego. Criada nos anos 1950 e febre nos anos 1980, a empresa caiu no esquecimento nos anos 2000, chegando a fechar fábricas e demitir mais de 3.500 funcionários. No Brasil, a marca fechou as portas em 2004 e voltou em 2006, após reestruturação mundial. Entre as iniciativas que resgataram o sucesso da marca, estão ações de licenciamento que permitiram lançar peças temáticas, como do filme Star Wars e de super heróis, fazendo com que o brinquedo agradasse crianças e adultos.“Conheço adultos com mais de 30 anos que colecionam Lego e vi esses dias uma cena que chamou atenção: uma criança com os ‘óculos canudo’ do Chaves na rua. Obviamente ela gosta do desenho, mas deve ter o fator influenciador dos pais. Nem sempre o seriado ou desenho são ótimos, mas se ele consegue resgatar experiências e sentimentos é o importante. Esse tipo de transporte que precisa acontecer e não está acontecendo”, pontua Momma. 

Twitter introduz publicidade dirigida a usuários específicos


Os anunciantes poderão enviar as famosas mensagens de no máximo 140 caracteres de acordo com sua situação geográfica ou meio.

Nova York - O Twitter permite, a partir de agora, que as empresas enviem tweets publicitários dirigidos de maneira mais precisa a certos usuários da rede social, informou nesta quinta-feira o diretor do grupo Kevin Weil.
Os anunciantes poderão enviar as famosas mensagens de no máximo 140 caracteres de acordo com sua situação geográfica ou meio, como smarthphone ou computador, destacou Kevin Weil.
Até o momento, este tipo de tweet publicitário podia ser enviado aos usuários da rede social mas atingia todos os "assinantes".
"Introduzimos a função dos tweets dirigidos, um progresso que permitirá chegar a um público específico do Twitter sem precisar enviar a mensagem a todos", explicou Weil.

Luxo - Prendas de 
alto quilate



A Boutique dos Relógios é a maior rede de relojoarias em Portugal. Nasceu em 1997 pelo “pulso” do grupo Kolinski, com grande tradição no sector. As lojas (40 no total) distinguem-se pelos espaços amplos e um design elegante que permitem ao visitante “desfrutar” da vasta oferta de relógios, expostos como autênticas “obras de arte”. O conceito evoluiu para a criação de quatro boutiques plus que expõe as melhores peças das marcas mais conceituadas. São lojas de culto para os amantes da relojoaria e incluem uma biblioteca especializada, tertúlias e um relojoeiro residente. Oferecem serviços exclusivos como a reserva de peças, aconselhamento, crédito ou caixas especiais.
Em Novembro, a boutique voltou a inovar criando uma “loja de bandeira” (flag ship store), no Centro Comercial Colombo, em Lisboa. Com dois pisos, 270 metros quadrados de área e um design requintado, a loja dispõe, por exemplo, de um espaço de exposição de artigos de luxo e acessórios de moda, uma sala privada para atendimento e um champanhe-bar. “É um espaço único que nos posiciona como uma referência europeia no luxo”, disse o presidente Salomão Kolinski à imprensa lusa.
Em Angola, a boutique arrancou em Novembro de 2009, com uma loja plus localizada no edifício mais alto de Luanda (Torre Escom). Nesta “montra” de 100 metros quadrados, com uma decoração moderna e funcional, o visitante pode apreciar peças das melhores marcas do mundo (caso da Audemars Piguet, Breguet, Blancpain, Breitling, Chanel, Glashutte, Girard-Perregaux, IWC, Jaquet Droz, Longines, Ómega, Parmigiani e Richard Mille).
Aula de relojoaria de mestre Ribeiro
Clique para ampliar a imagem

Modelos exclusivos: Séries limitadas prestam tributo aos 435 anos de Luanda (esquerda) e ao 35.º aniversário da Independência de Angola
No mês passado, a marca resolveu comemorar o segundo aniversário com o lançamento de peças de luxo, exclusivas para o mercado angolano. “São séries limitadas, de apenas 11 peças, produzidas artesanalmente na Suíça e que retratam alguns dos símbolos da cultura angolana”, esclareceu Salomão Kolinski. Foram encomendas especiais, realizadas com um ano e meio de antecedência, cabendo o risco da operação à Boutique dos Relógios. Um risco calculado dado que “grande parte das peças já está reservada à partida. A série “Palanca”, por exemplo, já está esgotada”, confessou. Isto apesar dos preços não estarem ao alcance de todas as bolsas — o “Pensador” tem um preço de 52 425 dólares e o “Turbilhão” de 89 859 dólares. Ainda assim, o “pai” da Boutique dos Relógios referiu que “não foi fácil convencer as marcas a fazerem uma produção especial. É um trabalho muito exigente. As gravações são feitas manualmente”, justifica.
A descrição das peças foi feita pelo mestre Pedro Ribeiro, apresentado por Kolinski como “o mais conceituado em Portugal e um dos mais respeitados internacionalmente, dado que é certificado pelas melhores marcas do mundo”. O especialista trabalha com relógios desde os 12 anos, estudou na Suíça (a catedral da alta relojoaria), onde também deu aulas. Aproveitou a estada em Angola para formar os técnicos e a equipa de vendas. Falou à imprensa, de bata branca, debruçado sobre uma mesa de vidro com as peças perfeitamente alinhadas, por ele manuseadas de forma delicada com uma pequena pinça. Pedro Ribeiro falou de cada relógio com uma paixão contagiante. Dedicou parte da prelecção a explicar a diferença entre relógios mecânicos de corda manual ou automática. Entre eles, o Roll-Royce dos coleccionadores são os relógios com turbilhão interno, um sistema inventado em 1801 para colmatar os efeitos da atracção terrestre quando o relógio não está direito. “As peças tem menos de 2 gramas e são um produto de manufactura. Não há máquinas que montem peças de relógios como essas”, explica. A verdade é que o efeito do turbilhão a rodar perante os nossos olhos tem um efeito hipnótico, o que explica o fascínio dos coleccionadores que despendem verdadeiras fortunas por eles (a título de curiosidade a peça mais cara a Boutique dos Relógios é um turbilhão da Greubel Forsey que custa 700 mil euros).
Mas as verdadeiras “estrelas” da prelecção foram os relógios exclusivos para Angola, caso do “Turbilhão Palanca Negra Gigante”, da Jaquet Droz, peça em ouro rosa (de 18 quilates) que presta homenagem ao “mais belo e raro antílope do mundo”. De referir que este relógio foi criado originalmente para assinalar a data do 11 de Setembro de 2011. O mesmo se pode dizer do modelo “Blancpain Pensador 11.11.11” que faz um tributo à célebre estatueta de origem tchokwe, símbolo da cultura nacional. Trata-se igualmente de um relógio em ouro rosa, “com calendário completo e fases da Lua, cujo fundo transparente, em vidro de safira, deixa vislumbrar a massa oscilante com uma gravação especial do ‘Pensador’, feita a jacto de areia”.
Os 435 anos da cidade de Luanda foram o pretexto para o lançamento de outra edição especial limitada, a do “Girard-Perregaux ww.tc Financial”. Convém explicar que o ww.tc (World Wide Time Control) Financial permite consultar o tempo em quatro praças bolsistas — Nova Iorque, Lisboa, Hong-Kong e Tóquio — e, em 24 cidades, “incluindo, pela primeira vez, a capital de Angola”. Outra efeméride, os 35 anos da Independência de Angola, foram celebrados com a edição especial do “IWC Turbilhão de Corda Manual”. “Com uma caixa de 43,1 milímetros em ouro rosa, o relógio impressiona pelo turbilhão às 9 horas e a gravação especial do mapa do país com a inscrição ‘Tributo a Angola’.” O relógio tem ainda a particularidade de ser entregue em caixa de madeira numerada.
O modelo alusivo ao “Pensador” custa mais de 52 mil dólares e 
o “Turbilhão” fica perto dos 90 mil dólares
Por fim, falta apresentar a “Edição Limitada Angola RM 010”, da Richard Mille. “É uma peça em ouro rosa, marcada pelos detalhes vermelhos que evocam as cores da bandeira nacional, onde os números ‘3’ e ‘5’ se destacam para simbolizar os 35 anos de independência. Há ainda o detalhe da gravação do contorno da área de Angola no verso da caixa do relógio”, esclarece.
No final da apresentação Salomão Kolinski estava visivelmente orgulhoso.  “Os clientes ficam surpreendidos com a variedade de produtos e o atendimento. Hoje, já não precisam de viajar para o estrangeiro para comprarem relógios de luxo”, sintetiza. No final deixou escapar a novidade. “Vamos abrir uma grande loja, em 2012, no centro comercial Gika e alargaremos a oferta com relógios mais acessíveis, dirigidos a todos segmentos de mercado.” A este propósito a EXAME não resistiu a perguntar ao mestre Pedro Ribeiro quais eram os relógios favoritos: “Gosto muito da Breguet, em particular do modelo “Tradition”. Para quem prefere uma boa relação qualidade/preço, o Speedmaster, da Ómega, é uma óptima escolha.” Se ainda não fez a sua lista de presentes cá ficam duas sugestões. Mas tem obviamente de escolher um Pai Natal generoso...

Luxo - Prendas de 
alto quilate


A Boutique dos Relógios é a maior rede de relojoarias em Portugal. Nasceu em 1997 pelo “pulso” do grupo Kolinski, com grande tradição no sector. As lojas (40 no total) distinguem-se pelos espaços amplos e um design elegante que permitem ao visitante “desfrutar” da vasta oferta de relógios, expostos como autênticas “obras de arte”. O conceito evoluiu para a criação de quatro boutiques plus que expõe as melhores peças das marcas mais conceituadas. São lojas de culto para os amantes da relojoaria e incluem uma biblioteca especializada, tertúlias e um relojoeiro residente. Oferecem serviços exclusivos como a reserva de peças, aconselhamento, crédito ou caixas especiais.
Em Novembro, a boutique voltou a inovar criando uma “loja de bandeira” (flag ship store), no Centro Comercial Colombo, em Lisboa. Com dois pisos, 270 metros quadrados de área e um design requintado, a loja dispõe, por exemplo, de um espaço de exposição de artigos de luxo e acessórios de moda, uma sala privada para atendimento e um champanhe-bar. “É um espaço único que nos posiciona como uma referência europeia no luxo”, disse o presidente Salomão Kolinski à imprensa lusa.
Em Angola, a boutique arrancou em Novembro de 2009, com uma loja plus localizada no edifício mais alto de Luanda (Torre Escom). Nesta “montra” de 100 metros quadrados, com uma decoração moderna e funcional, o visitante pode apreciar peças das melhores marcas do mundo (caso da Audemars Piguet, Breguet, Blancpain, Breitling, Chanel, Glashutte, Girard-Perregaux, IWC, Jaquet Droz, Longines, Ómega, Parmigiani e Richard Mille).
Aula de relojoaria de mestre Ribeiro
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Modelos exclusivos: Séries limitadas prestam tributo aos 435 anos de Luanda (esquerda) e ao 35.º aniversário da Independência de Angola
No mês passado, a marca resolveu comemorar o segundo aniversário com o lançamento de peças de luxo, exclusivas para o mercado angolano. “São séries limitadas, de apenas 11 peças, produzidas artesanalmente na Suíça e que retratam alguns dos símbolos da cultura angolana”, esclareceu Salomão Kolinski. Foram encomendas especiais, realizadas com um ano e meio de antecedência, cabendo o risco da operação à Boutique dos Relógios. Um risco calculado dado que “grande parte das peças já está reservada à partida. A série “Palanca”, por exemplo, já está esgotada”, confessou. Isto apesar dos preços não estarem ao alcance de todas as bolsas — o “Pensador” tem um preço de 52 425 dólares e o “Turbilhão” de 89 859 dólares. Ainda assim, o “pai” da Boutique dos Relógios referiu que “não foi fácil convencer as marcas a fazerem uma produção especial. É um trabalho muito exigente. As gravações são feitas manualmente”, justifica.
A descrição das peças foi feita pelo mestre Pedro Ribeiro, apresentado por Kolinski como “o mais conceituado em Portugal e um dos mais respeitados internacionalmente, dado que é certificado pelas melhores marcas do mundo”. O especialista trabalha com relógios desde os 12 anos, estudou na Suíça (a catedral da alta relojoaria), onde também deu aulas. Aproveitou a estada em Angola para formar os técnicos e a equipa de vendas. Falou à imprensa, de bata branca, debruçado sobre uma mesa de vidro com as peças perfeitamente alinhadas, por ele manuseadas de forma delicada com uma pequena pinça. Pedro Ribeiro falou de cada relógio com uma paixão contagiante. Dedicou parte da prelecção a explicar a diferença entre relógios mecânicos de corda manual ou automática. Entre eles, o Roll-Royce dos coleccionadores são os relógios com turbilhão interno, um sistema inventado em 1801 para colmatar os efeitos da atracção terrestre quando o relógio não está direito. “As peças tem menos de 2 gramas e são um produto de manufactura. Não há máquinas que montem peças de relógios como essas”, explica. A verdade é que o efeito do turbilhão a rodar perante os nossos olhos tem um efeito hipnótico, o que explica o fascínio dos coleccionadores que despendem verdadeiras fortunas por eles (a título de curiosidade a peça mais cara a Boutique dos Relógios é um turbilhão da Greubel Forsey que custa 700 mil euros).
Mas as verdadeiras “estrelas” da prelecção foram os relógios exclusivos para Angola, caso do “Turbilhão Palanca Negra Gigante”, da Jaquet Droz, peça em ouro rosa (de 18 quilates) que presta homenagem ao “mais belo e raro antílope do mundo”. De referir que este relógio foi criado originalmente para assinalar a data do 11 de Setembro de 2011. O mesmo se pode dizer do modelo “Blancpain Pensador 11.11.11” que faz um tributo à célebre estatueta de origem tchokwe, símbolo da cultura nacional. Trata-se igualmente de um relógio em ouro rosa, “com calendário completo e fases da Lua, cujo fundo transparente, em vidro de safira, deixa vislumbrar a massa oscilante com uma gravação especial do ‘Pensador’, feita a jacto de areia”.
Os 435 anos da cidade de Luanda foram o pretexto para o lançamento de outra edição especial limitada, a do “Girard-Perregaux ww.tc Financial”. Convém explicar que o ww.tc (World Wide Time Control) Financial permite consultar o tempo em quatro praças bolsistas — Nova Iorque, Lisboa, Hong-Kong e Tóquio — e, em 24 cidades, “incluindo, pela primeira vez, a capital de Angola”. Outra efeméride, os 35 anos da Independência de Angola, foram celebrados com a edição especial do “IWC Turbilhão de Corda Manual”. “Com uma caixa de 43,1 milímetros em ouro rosa, o relógio impressiona pelo turbilhão às 9 horas e a gravação especial do mapa do país com a inscrição ‘Tributo a Angola’.” O relógio tem ainda a particularidade de ser entregue em caixa de madeira numerada.
O modelo alusivo ao “Pensador” custa mais de 52 mil dólares e 
o “Turbilhão” fica perto dos 90 mil dólares
Por fim, falta apresentar a “Edição Limitada Angola RM 010”, da Richard Mille. “É uma peça em ouro rosa, marcada pelos detalhes vermelhos que evocam as cores da bandeira nacional, onde os números ‘3’ e ‘5’ se destacam para simbolizar os 35 anos de independência. Há ainda o detalhe da gravação do contorno da área de Angola no verso da caixa do relógio”, esclarece.
No final da apresentação Salomão Kolinski estava visivelmente orgulhoso.  “Os clientes ficam surpreendidos com a variedade de produtos e o atendimento. Hoje, já não precisam de viajar para o estrangeiro para comprarem relógios de luxo”, sintetiza. No final deixou escapar a novidade. “Vamos abrir uma grande loja, em 2012, no centro comercial Gika e alargaremos a oferta com relógios mais acessíveis, dirigidos a todos segmentos de mercado.” A este propósito a EXAME não resistiu a perguntar ao mestre Pedro Ribeiro quais eram os relógios favoritos: “Gosto muito da Breguet, em particular do modelo “Tradition”. Para quem prefere uma boa relação qualidade/preço, o Speedmaster, da Ómega, é uma óptima escolha.” Se ainda não fez a sua lista de presentes cá ficam duas sugestões. Mas tem obviamente de escolher um Pai Natal generoso...

Acções da Apple afundam 6% a reagir aos resultados desanimadores


As acções da tecnológica norte-americana seguem hoje a perder terreno na bolsa alemã, após a empresa ter divulgado ontem lucros e vendas que decepcionaram o mercado.
Apple está hoje a cair 6,4% na bolsa alemã para o equivalente a 566,09 dólares por acção.

No fecho da bolsa de Nova Iorque, as acções da tecnológica deslizavam menos de 1% e valiam 600,92 dólares.

A queda dos títulos da cotada acontece um dia depois da Apple ter divulgado os seus resultados do terceiro trimestre fiscal de 2012, terminado no passado dia 30 de Junho.

A empresa registou lucros de 8,82 mil milhões de dólares, ou 9,32 dólares por acção, o que corresponde a um ganho de 21% face ao período homólogo do ano passado. As receitas trimestrais foram de 35 mil milhões de dólares, uma subida de 23% face ao período homólogo.

No entanto, os resultados ficaram aquém das expectativas dos analistas, que apontavam para um lucro médio de 10,37 dólares por acção e vendas no valor de 37,2 mil milhões de dólares, de acordo com a Bloomberg.

A empresa anunciou também que vendeu 26 milhões de iPhones no trimestre, o que representa um aumento unitário de 28% face ao mesmo trimestre do ano passado. Os analistas tinham estimado que a empresa iria vender 28,4 milhões de iPhones.

Relativamente aos iPads, a Apple vendeu 17 milhões de unidades no decorrer do trimestre, um aumento de 84% face ao período homólogo.

Standard Bank Angola duplica capital social



O Standard Bank Angola, que integra o maior grupo financeiro africano, o Standard Bank, anunciou hoje em comunicado ter aumentado o seu capital social de 50 milhões para 100 milhões de dólares, com a entrada da seguradora privada angolana AAA.



Em comunicado enviado à Lusa, o Standard Bank Angola, que iniciou a atividade bancária naquele país em 2010, acrescenta que o aumento se deve à entrada da seguradora AAA (Angola, Agora, Amanhã, SA), detida maioritariamente pela petrolífera angolana Sonangol, no seu capital social.

A estrutura acionista do banco passa, agora, a ser constituída pelo Grupo Standard Bank, com 51%, e pela AAA Activos, com 49%.

Segundo Pedro Pinto Coelho, presidente da Comissão Executiva do Standard Bank em Angola, "a colaboração entre a AAA e o Standard Bank Angola irá permitir consolidar o perfil do banco enquanto líder no mercado angolano e apoiar o Standard Bank Angola na sua expansão".

Carlos São Vicente, presidente da AAA Activos, considera que a parceria irá permitir à AAA diversificar os seus investimentos, desenvolver a "bancassurance" e estimular a expansão dos serviços financeiros em todo o país.

"A AAA poderá beneficiar de uma rede de distribuição bancária para colocação dos seus produtos, bem como aceder aos conhecimentos e "know-how" do Standard Bank na estruturação de operações e na oferta complementar de serviços bancários aos seus clientes", acrescentou São Vicente, citado no comunicado enviado à Lusa.

O SBA iniciou as suas atividades em setembro de 2010, e conta atualmente com sete agências bancárias abertas e cerca de 240 colaboradores, e prevê-se que cresça significativamente nos próximos anos.

Em junho passado, o SBA detinha ativos no valor global de 456 milhões de dólares, e conta com mais de 100 grandes empresas como clientes, num total de mais de 3000 clientes.

O Standard Bank Angola, como reconhecimento da sua atividade recebeu recentemente o prémio "Best Bank Angola 2012", atribuído pela Global Banking and Finance Review.

O Grupo Standard Bank é o maior grupo bancário em África, criado há 150 anos e com operações em 18 países africanos.

Por seu lado, a AAA lidera desde 2000 o cosseguro das atividades petrolíferas e está atualmente a construir uma rede de 22 agências em Angola.

Sumol + Compal



A marca portuguesa Sumol + Compal poderá construir uma unidade fabril em Angola, nos próximos anos, para conseguir responder às necessidades dos consumidor daquele país, avança a imprensa local.

O anuncio foi feito por  Fernando Oliveira, director dos mercados internacionais da empresa, na gala da super taça Compal, que decorreu em Luanda.

Segundo informou o responsável, Angola é neste momento o principal mercado do grupo dos 69 países onde marcam presença e onde a marca tem realizado diversos investimentos

Unitel vence prémio em Moçambique


A Unitel, operadora móvel líder em Angola, venceu o Prémio Concha de Prata da categoria de “Serviços”, da 7.ª Edição do Festival Internacional de Publicidade de Maputo, Moçambique.
“Maratona” é o nome do filme vencedor, protagonizado pelo maior maratonista angolano de sempre, João N’Tyamba.
O vídeo resulta de 15 dias de filmagem e de uma viagem de 4 mil quilómetros, assinalando o facto de a Unitel ter cobertura de rede em todas as sedes de município, de Angola.
Em comunicado de imprensa, a Unitel, que tem mais de 8,2 milhões de clientes, adianta que a ideia é fazer uma ligação entre “o esforço, a dedicação e o compromisso, assumidos pela empresa, para conseguir dar voz a um maior número de angolanos, com a vida e a tenacidade do atleta olímpico”.
O Festival Internacional de Publicidade de Maputo é promovido pela Associação Moçambicana de Empresas de Marketing, Publicidade e Relações Públicas e está aberto a todas as agências e produtores de publicidade, de todo o mundo.

E a Marca mais Verde é.... Toyota


As marcas de automóveis e de tecnologias dominam este ano o ranking da Interbrand Best Global Green Brands 2012 (Melhores Marcas Verdes Globais).
Na lista que enumera as marcas globais com a melhor relação entre as suas práticas “verdes” e a perceção dos consumidores, a Toyota é a líder, depois seguem-se a Johnson & Johnson e a Honda.
A Danone, a Ford, a Starbucks e a UPS são as marcas que mais lugares subiram e a Nissan, a H&M e a UBS, por seu lado, entraram este ano pela primeira vez na tabela.
O ranking da Interbrand foi criado no ano passado e lista 50 marcas. Das quais, a maioria das melhor posicionadas são produzidas e geridas nos Estados Unidos da América (22 marcas), Alemanha (7) e Japão (7).
Veja a lista completa:
1 – Toyota
2 – Johnson & Johnson
3 – Honda
4 – Volkswagen
5 – Hewlett-Packard
6 – Panasonic
7 – Dell
8 – Siemens
9 – Danone
10 – BMW
11 – Cisco
12 – 3M
13 – Apple
14 – L’Oréal
15 – Ford
16 – Mercedes-Benz
17 – Hyundai
18 – Sony
19 – IBM
20 – Nokia
21 – Nissan
22 – Adidas
23 – Coca-Cola
24 – GE
25 – Samsung
26 – Nike
27 – Intel
28 – Pepsi
29 – Canon
30 – Allianz
31 – Philips
32 – Xerox
33 – Microsoft -3 -11.5
34 – Shell
35 – Kellogg’s
36 – Starbucks
37 – Avon
38 – Caterpillar
39 – Ikea
40 – Santander
41 – SAP
42 – AXA
43 – UPS
44 – Citi
45 – McDonald’s
46 – H&M
47 – Credit Suisse
48 – Nintendo
49 – HSBC
50 – UBS

Entrevista a Joey Reiman - Ex-Publicitário


Fundador e CEO da consultora de ideias norte-americana BrigtHouse, que arrancou em 1995, o ex-publicitário Joey Reiman, que trabalhou as contas como a da Coca-Cola, MacDonald’s e Procter & Gamble, respondeu a algumas questões sobre o setor.
Pelo caminho, Reiman é professor universitário e já escreveu “Thinking For A Living: Creating Ideas That Revitalize Your Business, Career, and Life”, “Success: The Original Handbook” e “The Best Year of Your Life: Make It Happen Now!”. Em 2004 o site FastCompany nomeou Joey Reiman como uma das 101 pessoas que, com as suas ideias e tendências, vai mudar a forma como trabalhamos e vivemos.
Este especialista, que se vê mais como um pensador, questiona a existência das marcas, da própria publicidade e das agências, fala do futuro e da comunidade Portugal.

Acredita na possibilidade de um marketing e publicidade de sucesso nos dias de hoje, com a forma a que estamos habituados?
Joye Reiman (JR): A publicidade é o maior falhanço de todas as experiências humanas. Tudo o que esta industria tem feito é criar a necessidade por coisas que não são necessárias. E todos sabemos que nunca podemos ter o suficiente daquilo que não precisamos. O sucesso não é determinado pelo que se vai sentir no futuro quando se tem essas coisas, mas pelo que se sente com o que se tem hoje.
 
Que estratégias defende para um plano de marketing de sucesso?
JR: Se o fundamento estiver errado a estratégia não pode estar certa. Até agora a estratégia tem sido baseada  naquilo que será melhor amanhã, em vez de ser no porque é que a marca ou empresas foi criada. Os frutos estão nas raízes. Tem se saber o seu “porquê”. A missão é um “o quê”. A visão é um “onde”. O objetivo é o seu “porquê”.
 
O consumidor está diferente. Como define os consumidores dos dias de hoje e as suas necessidades? 
JR: Os seres humanos são criaturas que se caracterizam por estar sempre à procura. Somos uma sociedade formatada pela história. As nossas necessidades, no entanto, têm um grande significado. Não é a marca que é importante, mas o que representa – o que é que a marca representa!
Como deve uma marca reagir? Qual a importância do relacionamento entre a marca e os seus consumidores? 
JR: Num  futuro próximo não haverá quaisquer marcas – somente comunidades de pessoas que têm um objetivo comum.
 
A as agências de publicidade? 
JR: As agências são mares antigos. São relíquias da idade do homo-consumidor.