Os primórdios do conceito de estratégia surgiu nas guerras, onde, para poder atacar o seu adversário de uma forma eficaz, deveria-se ter uma estratégia bem formulada para poder atacar seu adversário para conseguir atingir o seu objectivo, que seria sempre, sair vencedor da batalha.
Actualmente, é imprescindível avaliar o comportamento das organizações em relação às forças competitivas do mercado, identificando a posição competitiva do sector em que se pretende actuar.
A livre concorrência conduz à maximização da mais-valia do consumidor e da mais-valia social. Contudo, o ponto de vista de investimentos é o do produtos, cuja mais-valia é minimizada nestas condições, uma vez que a situação ideal para este (produtor) é a inversa, a de um monopólio não regulado. A atractividade de um investimento está assim inversamente relacionado com a intensidade das forças competitivas (Por exemplo: Um sector pode ser atractivo se o potencial de novas entradas estiver baixo).
Michael Porter defende que uma empresa, para melhor competir num determinado segmento estratégico, ou indústria, deve decidir a sua estratégia com base no conhecimento da estrutura do sector de actividade em que compete e na perfeita identificação dos clientes-alvo.
Michael Porter defende que uma empresa, para melhor competir num determinado segmento estratégico, ou indústria, deve decidir a sua estratégia com base no conhecimento da estrutura do sector de actividade em que compete e na perfeita identificação dos clientes-alvo.
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